6 dicas para cuidar de cães idosos

6 dicas para cuidar de cães idosos
27 agosto 2015

6 dicas para cuidar de cães idosos

O número de pets que chegam à terceira idade vem aumentando a cada ano que se passa. Isso porque os profissionais contam, atualmente, com inúmeros recursos terapêuticos e diagnósticos que antes eram inexistentes. Mas quando lidamos com um pet idoso na rotina, quais os cuidados e orientações que devemos fornecer ao tutor? Um pet idoso é sempre um animal que requer mais cuidados, assim como ocorre com os filhotes. Cuidados com alimentação, conforto e prevenção de doenças.

Hoje, fala-se muito em medicina preventiva, o que também melhora a velhice dos pets. É possível detectar problemas cardíacos, pulmonares e renais através de exames por imagem. Câncer e tumores podem ser detectados precocemente. Tomografia computadorizada e ressonância magnética já são realidades na medicina veterinária. Problemas de articulação são resolvidos com avançadas técnicas cirúrgicas. Cães com sequelas de doenças que atacaram o sistema nervoso, como a cinomose por exemplo, podem receber tratamento com células tronco e acupuntura.

Confira agora algumas dicas de cuidados para fazer com que a terceira idade dos animaizinhos realmente seja a fase da “melhor idade”!

Visitas ao veterinário

Em primeiro lugar, o pet idoso deve visitar sempre o veterinário. Os check-ups devem ser regulares e de manutenção, caso o pet esteja com alguma doença em curso. O pet idoso precisa de maior atenção e qualquer sintoma que apresente deve ser melhor investigado.

Cuidado com os dentes

É comum que os pets idosos estejam com os dentinhos gastos, com doença periodontal ou pior, com poucos dentes na boca. Nestes casos, vale uma atenção especial para preservar os dentes restantes e cuidar para que o pet não os perca, dificultando ainda mais sua alimentação.

Garantindo o local próprio

Conforto nessa fase da vida é essencial. Oriente o proprietário a preparar um cantinho especial para o pet. Vale reforçar a caminha ou o pano onde o pet dorme. Estes devem ser macios e limpos, higienizados com maior frequência, evitando problemas respiratórios e de pele.

Nada de ficar parado!

Exercícios devem continuar sendo feitos (caso não haja nenhum impedimento), porém em menor intensidade. Isso evita a obesidade e os problemas articulares, que também surgem com a idade.

Adaptação às necessidades

Se o pet estiver com problemas de visão ou locomoção, adapte o ambiente às necessidades dele. Evite deixar obstáculos no caminho, adapte escadas para o pet subir em cama ou sofá, deixe o comedouro e bebedouro em local de fácil acesso e de forma que não precise fazer muito esforços.

Refeições adequadas

A alimentação dos pets não pode ser igual a vida toda. Durante todas as fases, os animais possuem necessidades diferentes. Por exemplo, sabemos que um filhote gasta mais energia que um pet idoso, por isso fornecer alimento mais calórico do que realmente precisa pode desencadear obesidade. Existem no mercado, rações próprias para animais idosos, conhecidas como sênior. Normalmente são oferecidas a partir dos 7 anos para raças de porte grande e a partir dos 9 a 13 anos para cães de pequeno porte. Elas possuem quantidade necessária dos nutrientes e vitaminas que um cão idoso necessita.

Cuidado especial

Preste atenção aos animais que você atende e procure entender todas as suas necessidades. Oriente o proprietário de acordo com cada fase da vida do seu animal de estimação. Isso demonstra interesse nos seus pacientes e o cuidado extra garante que mais animais cheguem à idade avançada com saúde.

Você costuma receber muitos pets idosos em sua clínica? Que diferenças você oferece no tratamento?

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