ECG em cães e gatos: conheça o histórico e saiba a importância

ECG Veterinário
01 outubro 2014

ECG em cães e gatos: conheça o histórico e saiba a importância

Você tem uma clínica e atende às mais diferentes doenças diariamente? Qual é a preocupação que você tem com cada paciente que você atende? Provavelmente é melhorar a qualidade de vida e se possível, curá-lo, pois a maioria chega muito doente às suas mãos, certo?

Infelizmente, a cura nem sempre é possível, mas a prevenção de doenças é, e cabe a você, médico veterinário clínico, trabalhar da melhor maneira para que os seus pacientes sejam imunizados adequadamente, para que os donos sejam orientados e para que os exames que podem diagnosticar as doenças precocemente sejam realizados no check up, correto?

Dentre as doenças silenciosas que temos na medicina veterinária estão as cardiopatias. Quando um problema no coração é diagnosticado por que o animal já apresenta sinais clínicos, é por que a doença está muito evoluída e o seu tratamento se torna muito complicado. É por isso, que práticas preventivas, como a de realização de um ECG, precisam estar presentes na sua rotina clínica.

O ECG e a medicina veterinária

O estudo da fisiologia cardíaca de animais é relativamente recente. Embora no século XVII por William Harvey tenha iniciado as pesquisas, apenas em 1887 Augustus Waller registrou o potencial elétrico cardíaco e usou o termo eletrocardiograma.

Com esse novo termo criado e com o primeiro potencial elétrico cardíaco registrado, novos aparelhos foram sendo criados por nomes como Eithoven e Nürr. Pouco a pouco, esse registro foi sendo colocado como auxílio no diagnóstico. Porém, apenas em 1949, Lannek realizou um estudo sistemático dos registros em cães saudáveis e doentes. Foi aí que se iniciou o sistema de derivações pré-cordiais.

O ECG é o principalmente método de diagnóstico de arritmias cardíacas em animais. O eletrocardiógrafo atua captando o potencial elétrico do coração que se propaga para o corpo e registrando isso em gráficos, o famoso eletrocardiograma.

Muito se discuti hoje os valores de referência dos parâmetros eletrocardiograficos, pois algumas das bibliografias mais utilizadas utilizaram em seus estudos o método convencional. Portanto, seus valores de referência podem estar menos precisos em relação aos resultados pelo método atual.

A informática trouxe avanços e facilitou a rotina clínica. Hoje, a eletrocardiografia computadorizada já é usada pela medicina veterinária e tem fornecido dados mais precisos do que a convencional, pois detecta leituras de 1 milissegundo, enquanto na convencional é feita a partir de 5 milissegundos. Devido a isso, muito se discuti hoje os valores de referência dos parâmetros eletrocardiograficos, pois algumas das bibliografias mais utilizadas utilizaram em seus estudos o método convencional. Portanto, seus valores de referência podem estar menos precisos em relação aos resultados pelo método atual.

Por que fazer uso do ECG na sua clínica

Muitas vezes o paciente chega em um estado avançado de uma doença e por mais que você tente, a cura não é possível. Porém, os pacientes frequentes em sua clínica, cujos donos levam para exames e vacinas, podem ser diagnosticados de alterações cardíacas precocemente. Com isso, você conseguirá controlar a doença antes mesmo que os sinais clínicos apareçam.

O ECG permitirá que você identifique alterações no ritmo cardíaco, por exemplo, e possa, se preciso, solicitar novos exames e entrar com o tratamento, sem que o animal tenha nenhuma alteração visível. Assim, garantirá o bem-estar animal pelo qual você tanto luta em seu dia a dia.

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